Inspirado pelos métodos ancestrais de vinificação, mas sem negar os avanços trazidos pela tecnologia, a enóloga portuguesa Filipa Pato retoma técnicas milenares para a obtenção do Post-Quercus (depois do carvalho). O rótulo é elaborado com a uva Baga, da região da Bairrada em Portugal, e fermenta e estagia em ânforas de barro, que mantêm a temperatura correta para a vinificação. O resultado é um vinho que pode ser desfrutado também mais jovem, além de ter potencial de guarda de aproximadamente 8 anos.  A bebida apresenta aromas de frutas delicadas como cereja e ameixa e harmoniza bem com queijos de pasta mole como Serra da Estrela, Brie e Camembert. É indicado decantar e servir a uma temperatura entre 12 e 14º Celsius, ou seja, mais fresco que o comum para tintos.

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