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Pantera Negra, por Beto Madalosso

16 de maio de 2016

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Se você é garçom, barman ou cozinheiro e ainda não comeu a canja ou a costela desse lugar, você ainda é calouro

Há 30 anos o Pantera Negra, ou melhor, o Gato Preto, é parada certa pra quem quer tomar uma gelada ou matar a fome depois de uma noite intensa de trabalho. Se você chegar lá antes da meia-noite, ainda vai pegar a casa vazia. É depois da uma da manhã que a clientela começa a chegar. A Boca Maldita está para o dia assim como o Gato Preto está para a noite. É normal você entrar lá e encontrar aquele velho parceiro que trabalhou do teu lado na boca do fogão num restaurante qualquer. Aí você troca uma conversa saudosa, fica atualizado das vagas disponíveis, dos bares que faliram, do paradeiro desse ou daquele doido que saiu do emprego pra montar seu próprio negócio, daquele outro que virou músico, das orgias nos vestiários, enfim, das tretas da vida profissional de cada um. E não estamos falando de qualquer coisa. Se você perguntar, três a cada cinco garçons da cidade vão dizer que a melhor costela de fim de noite fica ali, no Pantera Negra. Até a revista Veja sabe disso. Não à toa já destacou o point como um dos melhores de Curitiba em 2003. Se você vai eu não sei, mas se ainda não foi, você ainda é calouro.

Restaurante e Bar Pantera Negra
Rua Ermelino de Leão, 241, Centro
Curitiba-PR
(41) 3225-5717

Artigo de: Beto Madalosso

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