ENTRAR Bem-vindo! Faça login para ter
uma experiência completa.

Pecados e virtudes: os dois lados da mesma moeda – Parte I

24 de abril de 2017

(2)
Ronaldo Cruz explora os sete pecados capitais no universo profissional

Volta e meia fico pensando: por que agimos como agimos? Neste momento em especial no universo profissional, quando influências e pressões são enormes, porém muitas vezes fugazes, entendo que sempre queremos acertar. Mas o que acontece é que, em muitos casos, acabamos errando, mesmo quando dominamos as questões técnicas e entendemos os cenários em que estamos inseridos.

Acredito que um bom caminho é analisar nossas posturas e ações a partir de uma ótica quase “mística”, mas sem dúvida filosófica e interessante, sendo os principais vícios de conduta os Sete Pecados Capitais, que têm origem no catolicismo e foram formalizados no século VI: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça e inveja.

Sim, somos todos pecadores e transpondo esses conceitos para o dia a dia das pessoas em seus ambientes de trabalho, podemos entender os “pecados” como os impulsos que nos direcionam em nossas decisões e condutas.

Para entender melhor cada um deles, pontuarei algumas características:

Soberba – “Eu sou melhor que os outros”
Gestores que tomam decisões por questões de orgulho pessoal ferindo muitas vezes as metas organizacionais.

Ira – Raiva, a cólera e agressividade exagerada, “quero destruir’ ou “eu quero e você deve”, o gestor age com autoritarismo, desrespeito e baixo clima de confiança mútua entre o gestor e sua equipe.

Gula – Voracidade, engolir e não digerir, gestores centralizam o processo decisório e as informações visivelmente observado nas mesas cheias de papéis.

Inveja – a dificuldade de admirar o outro, o sentimento de injustiça. “Ele é mais do que eu, também quero”. Esta é a mãe da Fofoca.

Avareza – excessivamente apegado a alguma coisa, “Não tenho confiança em ninguém”, “Não consigo lidar com a diversidade”, o gestor tende à centralização.

Preguiça – Aversão ao trabalho, negligência. A preguiça não se resume à preguiça física, mas também na preguiça de pensar é o gestor que deixa para depois.

Luxúria – impulsividade desenfreada, “Desfruto do poder de dominar.” Sensualidade no cotidiano, exibicionismo, o gestor adora os “puxa-sacos”.

Dependendo do pecado que mais nos domina, assim serão nossas tomadas de decisão e, consequentemente, nossos resultados. Por exemplo, quanto me custará uma atitude tomada em momentos de ira? Ou, ainda, o que mais posso aprender se do alto da minha soberba nada mais me surpreende, sei tudo?

Ser “pecador” é uma das faces desta moeda de inestimável valor que somos nós os seres humanos. Mas como toda a moeda há um outro lado, o das virtudes, que é o “Caminho da Salvação” dos gestores. Mas deste falaremos mais adiante.

Ronaldo Cruz, Consultor Empresarial, Coordenador Universitário um apaixonado por Gastronomia e Cutelaria.

Leia mais:

Faca, a melhor amiga do homem.
Gastronomia, hum…ma delícia de negócio

Artigo de: Ronaldo Cruz

COMPARTILHE ESTA MATÉRIA
AVALIAÇÕES
(2)
  • Excelente
    0
  • Muito bom
    1
  • Normal
    1
  • Ruim
    0
  • Horrível
    0
DÊ SUA NOTA: