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Conheça a história do Restaurante Anarco, no Mercado Municipal

13 de março de 2018

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Com receitas testadas e aprovadas pela família da dona Ilsa

Foi pelas mãos da Chef Ilsa Artusi Agottani que o Anarco desbravou e conquistou espaço dentro do Mercado Municipal. Criado há 15 anos, o restaurante tem sabor de almoço de família italiana, harmonizado com vinho de qualidade. Ilsa permanece cozinhando no Anarco, mas quem está a frente da casa é a Bruna Miyuki Agottani Mori, responsável pela administração do negócio que já vem de sangue. Ficou curioso? Então chega mais para conhecer a história do restaurante.

Como o Anarco começou?

Começamos com uma loja, um empório de bebidas e produtos importados. Ao longo do tempo alguns clientes viraram amigos e foram pedindo “mas por que vocês não fazem um restaurante?”. Minha mãe, que entende muito de gastronomia e comida, vendia alguns produtos fazendo harmonização. Começou aos sábados, fazíamos uma cozinha improvisada, com pratos diferentes de maneira informal. Era só para alguns amigos, clientes fiéis que frequentavam bastante a loja. Com o tempo fomos ampliando e como minha mãe é de descendência italiana sempre conviveu com uma família que cozinhava muito bem, já estava no sangue dela. Ela pegou o gosto por cozinhar.

E por que esse nome, Anarco?

A minha mãe é descendente de família italiana, da primeira colônia anarquista que se instalou no Brasil, a Colônia Cecília, que ficava há 120 km de Curitiba, na cidade de Palmeira. Foi onde os imigrantes que vieram da Itália produziam com um novo conceito, que chamamos de cooperativa e que hoje é bem conhecido no Brasil. Por isso o nome, em homenagem.

O que mudou desde a criação?

Hoje estamos em um novo espaço. Começamos bem pequenos, a adega era um box do Mercado Municipal, tinha apenas 15 m². Quando tivemos a oportunidade, subimos com o Empório e em frente abrimos o restaurante. Antigamente não tinha espaço para todos os clientes, mas o Mercado Municipal fez uma reforma para atender o público.

Então a gastronomia entrou na sua vida por causa da família?

A referência em comida italiana é muito forte, a família toda veio da Itália. Inclusive, tem um livro, chamado Ciência na Cozinha e a Arte de Comer Bem, que é a maior referência em culinária italiana, escrito por um parente nosso, o Pellegrino Artusi. Então, minha mãe sempre conviveu com culinária, bons temperos e vinhos.

Como é definido o cardápio?

É minha mãe quem escolhe o cardápio. Ela nunca fez curso, sempre foi criando por conta os pratos. Principalmente as massas, os molhos e também os temperos de molhos do mar. Ela sempre dizia“Ah, acho que que isso fica bom com com isso”. e ia testando. Muitos dos pratos do Anarco surgem quando a gente está em uma reunião de família, minha mãe cozinha, todo mundo gosta e acabamos trazendo para o restaurante.

Qual você acha que é o melhor prato do Anarco?

São as massas ao molho pesto e funghi. Alguns clientes dizem os melhores que existem são os do Anarco. Falam que podem ficar sem vir ao restaurante por anos, mas quando vêm, tem o mesmo sabor.

Qual a variação de preços dos pratos e dos vinhos?

Nós temos desde opção para o dia a dia, mais executivo, a partir de R$ 29. E o nosso prato mais caro, de R$ 189, que com frutos do mar. A nossa adega tem de 150 a 200 rótulos de vinhos. O mais barato sai por R$ 38 reais e o mais caro é um italiano, que custa cerca de R$ 4.000. Nós também temos uma variedade bem grande de rótulos até R$ 80, um pouco mais acessíveis. Porque nós acreditamos que para comer uma boa comida, é preciso um vinho ao lado, para a experiência ficar completa.

Mercado Municipal
Av. Sete de Setembro, 1865, Centro
Terça-feira a sábado, 11h às 16h
Domingo, 11h às 15h

Esta publicação é uma parceria com a Paganini.

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