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Gengibre

11 de abril de 2016

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Saiba mais sobre essa especiaria que cura (quase) todo mal

Antes de apresentarmos a você esse cara fera que é o gengibre, não pudemos evitar uma breve divagação. Se existe uma prova de que seres alienígenas convivem pacificamente entre nós há muitos anos, na nossa opinião, é a gengibirra. Afinal, quem neste mundo seria capaz de olhar para um gengibre e chegar à ilustre conclusão: “Nossa, isso aqui vai dar um refrigerante fantástico”. Mas não é que deu? Aliás, se você acha que a tubaína vintage é um autêntico bicho do Paraná, está enganado. Diz-se que a bebida já matava a sede dos bigodudos do Rio de Janeiro imperial e algumas receitas incluíam cachaça. Mas isso é outra história, voltemos ao gengibre

Santo remédio das gripes e resfriados, descongestionante dos deuses e protetor dos enjoados, o gengibre é praticamente um curandeiro. Essa especiaria, originária da Ásia, vem de uma planta bem peculiar, que mede cerca de um metro. O rizoma é a parte do caule que fica subterrânea e que vem sendo usada por nós, humanos, há pelo menos dois mil anos para fins medicinais e culinários.

Na cozinha, seu sabor exótico, meio picante, possibilita aplicações bem diversas, tanto em pratos salgados quanto doces. No curry, nos biscoitinhos fofos de Natal, em formato de balinhas safadas de ardidas ou enfeitando o seu combinado de salmão, as possibilidades são quase infinitas. Não à toa, os formatos encontrados também são muitos: fresco, seco, em conserva, em cápsulas, em pó ou cristalizado. Até nos drinks ele fica à vontade. Dependendo do gosto do freguês, vai bem com vodka, gim e, por que não, pinga.

Mas vale a dica dos entendidos: apesar da diversidade, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não use ele cristalizado se a receita manda usar em pó: os sabores são bem diferentes. O gengibre seco, por exemplo, é mais aromático e suave. O uso dele como tempero vai depender sempre, é claro, do seu paladar. Já o cristalizado é mais usado para doces, e por aí vai.

Para finalizar, fica a última dica: na hora de comprar, saiba que quanto mais maduro o rizoma, mais picante está o gengibre. Se a polpa estiver mais branquinha, ele está novo e pode ser usado inclusive com a casca. Agora, voltando à gengibirra, que a nossa conterrânea é uma das mais saborosas, pra quem gosta de sentir de verdade o gosto do gengibre no refri, seja você deste planeta ou não, isso não tem discussão.

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