A gente não quer só comida

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Foto: Facebook Veg Veg

Quando Arnaldo Antunes, no longínquo ano de 1987, balançava seu moicano entoando o refrão da música Comida, mal sabia ele que estava prevendo o futuro. Caros leitores, cada vez mais a gente não quer só comida. Comer virou um ato político e de responsabilidade socioambiental. Faz parte do espírito desse tempo a preocupação com o princípio, o fim e o meio de tudo, inclusive e principalmente daquilo que comemos. 

O mercado entendeu e atendeu. Cada vez mais a indústria alimentícia, os restaurantes, os fornecedores de refeições e até o cachorro quente da esquina estão preocupados em oferecer alternativas para todos os públicos. Pois, contra números não há argumentos. De acordo com o IBOPE, a quantidade de vegetarianos e interessados em alimentação vegana quase dobrou em seis anos e chegou à marca de 29 milhões de pessoas, em 2018. Isso é gente para lotar 333 Maracanãs.

Hamburger vegano do Veg VegOutro público que tem recebido mais atenção da indústria alimentícia é dos que têm alguma restrição alimentar. Estima-se que 1% da população mundial seja intolerante ao glúten e até 70% tenha algum nível de intolerância à lactose. Com base nesse dado, é possível notar o crescimento do número de empreendimentos especializados em atender, com segurança alimentar, celíacos e intolerantes à lactose e outras substâncias encontradas no preparo de produtos consumidos em larga escala no país como pães, bolos, pizzas, entre outros. Afinal, intolerância é uma coisa séria, seja na comida ou na sociedade. 

Comida e sustentabilidade


Junto com a onda vegana e a alimentação inclusiva, vem a preocupação com a quantidade de lixo que vai ser deixada para as próximas gerações darem um jeito. Nesse quesito um pequeno grande vilão se destaca: o canudinho. O pequeno cilindro plástico, utilizado para o deleite efêmero de ingerir líquidos demora, pasmem, cinco séculos para se decompor na natureza. Isso significa que, se Cabral tivesse tomado um refri para comemorar o descobrimento do Brasil, a natureza só teria se livrado do canudinho dele há 19 anos! 

Finalmente o delay entre custo para natureza x benefício para humanos dos canudinhos (e outros plásticos consumidos com certa inconsciência) está sendo discutido pela municipalidade. No Rio de Janeiro, por exemplo, o canudo plástico está proibido por lei. Outras 40 outras cidades brasileiras, segundo relação atualizada em maio de 2019, seguem o mesmo caminho. Esse é um dado que endossa a decisão de vários fabricantes como a Nestlé, que assumiu o compromisso de abolir os plásticos não recicláveis ou de difícil reciclagem de seus produtos até 2025. O primeiro produto que deu adeus ao canudo plástico foi o Nescau de caixinha, que faz parte da linha Nestlé Professional que a Stampa Food entrega a restaurantes, padarias e supermercados. “Além da extinção do canudinho, as marcas começaram a inovar em outros aspectos sustentáveis: muitas delas, como a Cargill estão investindo em embalagens compostáveis”, conta Rodrigo Saueressig, sócio-diretor da Stampa. Nós e as tartarugas agradecemos! 

adeus, canudos! by @macrovector

Conheça a Stampa Food

A Stampa Food é especializada em distribuição de food service – produtos para supermercados e transformadores, como são chamados os estabelecimentos que preparam e fornecem refeições prontas. A empresa distribui chocolates, recheios e iogurtes da marca Nestlé Professional, além de batatas Lamb Weston, ovos pasteurizados, águas, sucos, produtos Cargill, como extrato de tomate Elefante e maionese Liza, produtos Hamburger Futuro, Nestlé Sorvetes e mais de 800 outros produtos.

Mas a Stampa Food oferece muito mais aos seus clientes. A distribuidora criou um centro gastronômico para a criação de receitas e desenvolvimento de produtos, uma forma de qualificar a equipe de vendas da empresa. “Também usamos o centro gastronômico para dar cursos e treinamentos aos clientes com os produtos que vendemos, sempre levando soluções para eles. Quando um cliente precisa de uma receita específica ou de um treinamento, a Stampa Food proporciona isso”, conta Rodrigo Saueressig, sócio-diretor. Desde então, a lista de clientes não para de crescer. Já são 4.200 clientes em 65 cidades paranaenses. Entre os clientes, só aqui em Curitiba, estão o Karina, o Au-Au, o Madalosso, a Churrascaria Arco Íris, o Mustang Sally e o Coco Bambu.

 

Esta publicação é uma parceria com a Stampa Food.

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