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Nada mal curtir um sal

3 de outubro de 2018

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Industrial, agropecuário ou de cozinha, não é a toa que “sem sal” é sinônimo de coisa ruim

Sal: indispensável item culinário na pipoca do sábado chuvoso feat. maratona Netflix, no ovo cozido de aperitivo e no sanduíche de queijo que tem gosto de nada com coisa nenhuma.

A verdade é que, se não fosse a salmoura que a sua mãe preparava quando você arrancava o dente antes da hora, você não estaria lendo esse texto, meu anjo! Então, nada de taxar o sal como vilão e apenas vilão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a equipe Tutano — decida quem você considera mais relevante —, o consumo de sal deve ser feito em doses homeopáticas, portanto, não exagere! Precisamos dele na medida certa, como o tempero do feijão. E parem de acreditar em baboseira da internet: o sal só é nocivo se consumido em EXCESSO — como tudo na vida, né?

Sal de cozinha é nossa principal fonte de iodo

Um lado super-herói do sal, inclusive, é ter sido escolhido pelo Ministério da Saúde como principal veículo para que o iodo chegasse à população. Esse elemento químico é hiper importante pra manter nosso corpitcho saudável.

A deficiência do iodo no organismo pode desencadear inúmeros problemas de saúde, que vão desde a malformação de fetos até provocar doenças como o bócio — aquela que se aprende na escola, que é o aumento da glândula tireoide e que causa nódulo no pescoço.

Órgãos como o Inmetro e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) controlam as refinarias e laboratórios, para que cada grãozinho que entope seu saleiro quando o dia tá muito úmido tenha a proporção química certinha.

Na indústria também tem!

O sal é também um item chave nas indústrias têxtil, química, frigorífica e pecuária. Para cada necessidade, um produto específico: moído refinado ou granulado, fino ou médio, iodado ou não.

Para a indústria têxtil, por exemplo, a Sal Diana, uma das maiores comercializadoras de sal do país, produz uma variação que é vendida sem iodo e com teores controlados de cálcio e magnésio. TÁ, E DAÍ? E daí que esse look que você está usando agorinha só é bacana assim porque o sal ajudou! Misturado ao corante, ele serve para padronizar, favorecer a absorção e unificar os tecidos.

Sal grosso: alô churrasco e benzedeiras

Já o sal grosso, mestre do assunto “tirar mal olhado”, carrega consigo a responsabilidade por tirar temporariamente o Santos da zona de rebaixamento na 19ª rodada do Brasileirão e protagoniza pelo menos 16 simpatias para eliminar energias negativas do João Bidu.

Mas para a equipe Tutano, só resta acender uma vela ao Sal Diana por nos proporcionar a possibilidade de venerar o Deus Churrasco. Com duas fábricas em funcionamento, a Sal Diana produz mais de 40 mil toneladas de sal por mês, o equivalente a 8 bilhões de colheres de café. Top, né? VALEU!

Seu amor por sal agora atingiu o nível Salar de Uyuni, né?

Esta publicação é uma parceria com a Sal Diana.

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