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O bê-á-bá dos rótulos

1 de novembro de 2016

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Como ler, e traduzir, todas as informações que constam em um rótulo de vinho?

Em alguns casos esta resposta é muito complexa, mas vamos te contar o basicão aqui.

Você já parou em frente a uma prateleira com centenas de vinhos do mundo inteiro e ficou ali estatelado, sem saber o que escolher? Calma, você não é o único, por sinal a maioria das pessoas que gosta de vinho não conhece o suficiente para saber a diferença entre um reserva espanhol e um reserva chileno – a não ser o preço. E não há mal nenhum nisso.

É claro que o “quanto vale a brincadeira” é muito importante nessa hora, mas às vezes a gente está disposto a gastar e nada é mais frustrante do que ter (dinheiro, no caso) e não saber escolher. A principal dica é: se tiver um sommelier por perto, peça ajuda. Simples assim!

A confusão na hora de escolher um vinho pelo rótulo acontece basicamente porque, por mais bem diagramado que seja, um rótulo da França ou da Itália trará um volume grande de informações emaranhadas. Você olha tudo aquilo e pensa por que é que não estudei línguas na infância – apesar de a etiqueta em português no contrarrótulo ser obrigatória. No caso da França tem tudo no rótulo do vinho, menos a uva – pelo menos na maioria dos produtores. Para quem está acostumado a beber Cabernet Sauvignon, Malbec ou Merlot, seja de onde for, é um choque constatar que os franceses não se referem explicitamente à matéria-prima. Eles até que mudaram um pouco nos últimos tempos, mas o que vale em terras francesas é o terroir (mistura de solo, microclima, tipo de uva e mão do homem) e é ele que estampa o rótulo da garrafa.

Quando o assunto é o Novo Mundo, que inclui Américas, África e Oceania, fica mais tranquilo entender: tem nome da uva, do produtor, da região e a classificação (que geralmente é indicação de níveis de qualidade). Tudo bem legível e simples. Portugal, apesar da Europa, facilita a nossa vida na hora de rotular suas garrafas. A única coisa é que lá as uvas têm cada nome esquisito que às vezes nem sabemos que é uva, como como Roupeiro, Esgana-Cão, Rabo-de-Ovelha, Rabigato, Tinto Cão, etc. Mas isso é assunto para uma próxima prosa.

Para ajudar você a não confundir volume da garrafa com graduação alcoólica, dissecamos quatro rótulos: da França – Château Reynon tinto, da Itália – Chianti Clássico Villa Cerna, da Argentina – Nieto Senetiner Malbec, e do Chile – Santa Carolina Gran Reserva Cabernet Sauvignon. Todos trazidos ao Brasil pela importadora Porto a Porto.

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Esta publicação é uma parceria com a Porto a Porto.

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