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Para cada chef, um subchef

31 de janeiro de 2018

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Três chefs fazem um bonito jabá para os seus subchefs

É muito comum que a gente se lembre dos chefs de nossos restaurantes preferidos, né? Mas há quem fique no backstage, com uma função tão importante quanto e, às vezes, anônima. São os subchefs, os responsáveis por fazer o baile continuar quando o chef está ausente, e que também funcionam maravilhosamente bem ao lado do chef. Tipo essas duplas inseparáveis: Batman e Robin, Salsicha e Scooby e etc..

Convidamos três chefs de restaurantes curitibanos para apresentar as razões que os fizeram escolher seus ‘copilotos’. Uma forma de entender como funciona a cozinha de um restaurante e de valorizar os profissionais que a fazem funcionar. Um jeitinho Tutano de dizer valeu, irmão, você faz um ótimo trabalho. Afinal, quem não gosta de receber um elogio do chefe?

Vamos conhecer essas duplas?

Wellington Almeida e Edmilson dos Santos – Forneria Copacabana

A saga em busca do subchef perfeito para a Forneria Copacabana foi cansativa para o Chef Wellington Almeida. Foram algumas experiências que não deram certo e a preocupação chegou quando ele estava prestes a sair de férias e descobriu que seu subchef da época sairia do restaurante. “Pensei: como vou sair de férias sem um subchef? Não dá”.

A salvação chegou com o nome de Edmilson dos Santos. “Eu olhei para o Edmilson e disse ‘Edilmilson, agora eu quero você’. Ele estava pronto para assumir a Forneria e eu pude sair de férias tranquilo”.

No restaurante desde o início, Edimilson foi um dos primeiros a ser escolhido no processo seletivo para a Forneria Copacabana. Começou como cozinheiro e passou por todas as áreas da cozinha — sobremesa, salada, massas — e, de acordo com o chef Wellington, a evolução no trabalho, a determinação e a garra foram os principais fatores para que o Edmilson fosse o novo subchef.

“Edmilson tem honestidade e comprometimento com os deveres. Ele vai e faz, fora a confiança que a gente tem nele. É daquelas pessoas puras, que nunca estão de mau humor. Nós precisamos de mais pessoas como ele”, conta Wellington.

Matheus Henrique Dias e Mathias Pereira Sobrinho – Bar +55

Foram várias entrevistas para dar match entre o Bar +55 e o subchef ideal. Depois de alguns testes de aptidão o chef Matheus Henrique Dias bateu o martelo e informou: o novo subchef seria Mathias Pereira Sobrinho.

Há seis meses na equipe do Bar +55, Mathias Pereira Sobrinho foi o eleito para o cargo por ser uma pessoa organizada e com espírito de liderança, de acordo com o chef Matheus.

“Meu subchef é meu braço direito aqui no +55. Quando não estou por aqui, é ele quem responde por mim, tomando as decisões necessárias em quaisquer eventualidade. Temos uma relação de confiança e, principalmente, de muita transparência“, explica Matheus.

Manu Buffara e Débora Teixeira – Manu

Comunicação visual é algo que funciona só com quem a gente tem intimidade. Aquela situação em que você olha para o seu melhor amigo e vocês nem precisam falar: o olhar já diz tudo. É assim a relação da chef Manu com a sua subchef a Débora Teixeira. “Eu sem ela ou ela sem mim, o Manu não funcionaria”, conta a chef.

Débora está no restaurante Manu desde o início, começou como assistente e há quatro anos assumiu a posição de subchef. Ela nem precisou passar por um processo seletivo, de acordo com a Manu, Débora fez um “trabalho de formiguinha”, aos poucos foi assumindo a liderança dos processos no restaurante.

“Ela é atenta aos detalhes. Porque o Manu é assim. Ela tem foco”, explica a chef.

Leia mais:
Onde os chefs comem em Curitiba? – Parte 2
Como funciona um restaurante por dentro

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