“Porque se a gente fosse só fazer sanduíche, era melhor nem fazer nada!”

O Whatafuck abriu as portas em maio de 2015, nove meses depois de Daniel Mocellin e Guilherme Requião decidirem investir na Vicente. Ainda bebê, a lanchonete – como gostam de chamar o “filho” – já era um fenômeno do movimento da baixa gastronomia em Curitiba antes mesmo de completar um ano. Começou com 5 funcionários, hoje tem 12, uma cerveja delícia para chamar de sua e um público fiel de “whatafuckers”, que domina as calçadas em frente à loja, em especial nos fins de semana.

As combinações comida boa e barata ou hambúrguer + cerveja, por si só, já são um chamariz. Mas não é feita apenas desses ingredientes a fórmula do sucesso do WTF. “Tratamos nossa lanchonete como uma multinacional”, orgulha-se Guilherme. O conceito da marca está presente nos mínimos detalhes. “Nosso nome, nossa proposta e o nosso preço: tudo foi pensado para sermos um espaço legal, honesto e democrático”, escancaram.

E se você não entendeu a sacada até agora, eles desenham: “Porque se a gente fosse só fazer sanduíche, era melhor nem fazer nada!”.