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Risoto do Au-au é um dos mais queridos de Curitiba

14 de agosto de 2018

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César Brecailo, proprietário do Au-Au, conta como a lanchonete se tornou um dos maiores compradores de arroz arbóreo Paganini

Praticamente sinônimo quando falamos em cachorro-quente de respeito, o Au-Au tem mais de 40 anos de experiência na venda do pão com vina, maionese e tudo-que-há-de-bom nesse jeitinho curitibano tão único de comer cachorro-quente. Cite um amigo não-curitibano que não se encantou com um cachorro-quente pós-balada e falhe! Mas a história do Au-Au está ligada não só a essa iguaria amada e idolatrada salve e salve. Hoje, o risoto do Au-Au também é destaque na rede, tornando a lanchonete uma das maiores compradoras de arroz arbóreo da Paganini. São mais de 5.000 unidades do prato vendidas por mês! Conversamos com César Brecailo, que junto com seu irmão Fábio toca a gestão da rede, para entender esse fenômeno.

Quando se fala em cachorro-quente em Curitiba, o Au-Au é referência. Conta pra gente como começou, de onde surgiu a ideia de criar a rede.

Tudo começou na década de 1970, quando meu pai (o radialista Luiz Gonzaga Brecailo), que era todo empreendedor e ligado em tudo que era tendência, percebeu um modelo que era inédito em Curitiba: o de vender lanches em carrinhos. Resolveu investir no formato, posicionando as barraquinhas em locais estratégicos da capital. Na década de 1980, entretanto, uma lei municipal, acho que por questões sanitárias, proibiu o comércio de alimentos em carrinhos. Mas meu pai se adaptou às novas circunstâncias e abriu sua primeira loja na Rua Carlos de Carvalho, no Centro de Curitiba. O tempo passou, muita coisa mudou mas também muita coisa permanece igual. Hoje estamos aqui, com cerca de 150 funcionários atendendo cinco mil pessoas por dia em toda a rede.

César Brecailo - Au-Au

César Brecailo. Foto: divulgação

A concorrência aumenta, mas a rede segue crescendo. Qual é o diferencial?

Nós prezamos pelos melhores fornecedores, mão de obra qualificada e, principalmente, pelo respeito ao consumidor. É um trabalho árduo, mas que dá resultados. Outro diferencial do Au-Au é que sempre estamos nos adequando às tendências para caminhar alinhados ao que os clientes gostariam de ver nas lojas. Acompanhar o mercado é imprescindível, mas ouvir o consumidor também. Antigamente, por exemplo, as pessoas almoçavam em casa. Hoje, todo mundo come na rua, não dá mais tempo de ficar indo e vindo para casa no meio do dia. Então, essa mudança no comportamento do consumidor é que mudou nossa atitude. Procuramos pratos saborosos mas que dessem sustância mesmo. Hoje temos massas, risotos, saladas e sopas. Tudo com preços mais acessíveis que a maioria do mercado. Além disso, em nossas lojas de rua, o atendimento é exclusivo nas mesas, o estacionamento é gratuito e a taxa do garçom (10%) não é cobrada.

Como uma rede de cachorro-quente se tornou um dos maiores compradores de arroz arbóreo Paganini?

Contratamos o chef Alexandre Bressanelli para ajudar a desenvolver uma receita que fosse muito, muito boa, mas adequada à necessidade do Au-Au. A ideia era responder: como seria o risoto sensacional para uma lanchonete? Chegamos juntos então a uma receita, o risoto que você comeria nos restaurantes mais caros da cidade, mas a um preço super acessível. Uma coisa que era importante para nós, por exemplo, é que não fosse demorado. Normalmente um risoto leva cerca de 30 minutos para ficar pronto. Tentamos aprimorar a técnica para ser mais rápido, já que a pressa faz parte do perfil do nosso cliente. Assim, chegamos a um produto excelente e adequado. O segundo passo foi divulgar, né? Fazer as pessoas entenderem que a lanchonete também tinha um dos melhores risotos de Curitiba. Levou um tempo, mas como a qualidade dos produtos era indiscutível, hoje nos tornamos um dos maiores compradores de arroz arbóreo da Paganini.

O que te faz optar por produtos Paganini em detrimento de outras marcas?

Nós acreditamos que a qualidade dos produtos é o que faz o cliente voltar. Por isso, compramos os produtos Paganini. Ao longo desses anos, fizemos testes com vários fornecedores diferentes, mas foi com a importadora Porto a Porto que chegamos ao acesso de produtos da marca Paganini. Para nós, é o melhor arroz arbóreo do mercado. Também amamos o aceto balsâmico.

Você acha que a Paganini contribui para o desenvolvimento da gastronomia no Paraná, levando-se em conta que é trazida ao Brasil por uma importadora paranaense, a Porto a Porto?

Sem dúvida a Porto a Porto tem um papel chave no desenvolvimento de toda a gastronomia no estado. Isso porque ao trazer produtos importados com um ótimo preço, como a Paganini, democratiza o acesso a tudo que há de melhor disponível no mercado e permite aos restaurantes paranaenses disputar com os melhores do Brasil.

Receita Risoto de Funghi

Ingredientes

Bouquet Garni

  • 2 talos de salsão
  • 1 cenoura
  • 5 grãos de pimenta do reino
  • 1 ramo de tomilho
  • Talos de salsa
  • 1 folha de louro
  • 1 litro de água
  • Amarre com a ajuda de um barbante os ingredientes nos talos de salsão, reservar. Em uma panela, adicionar a água e o bouquet, após levantar fervura, abaixar o fogo e deixar cozinhar por aproximadamente uma hora; reservar.

Risoto

  • 400 g de arroz arbóreo Paganini
  • 50 g de funghi desidratado
  • 80 g de manteiga
  • 1 litro de caldo
  • 1 cebola
  • 1 dente de alho
  • 100 ml de vinho branco seco
  • Sal a gosto
  • Salsinha para decorar

 

Modo de preparo

  • Em um recipiente colocar o funghi para hidratar em água morna, até que amoleçam. Corte e reserve.
  • Em uma panela, refogue a manteiga com a cebola e o alho, adicione o arroz arbóreo.
  • Junte o vinho e deixe reduzir.
  • Adicione o caldo preparado anteriormente, aos poucos, mexendo sempre para incorporar.
  • Acrescente aos poucos o funghi, sem parar de mexer. Finalize com uma colher de manteiga e o queijo parmesão. Decore com salsinha.
Esta publicação é uma parceria com a Paganini.

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