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Roteiro ciclístico (e etílico) do Beto Madalosso

10 de junho de 2016

(21)
Pedale com o Beto neste roteiro pelas cervejarias de Curitiba

Ponto de partida

Gauden Bier

Esse foi o ponto inicial do nosso roteiro. Conhecemos a Gaudenbier, em Santa Felicidade, que além de fazer suas próprias cervejas (Gaudenbier, Pagan e The Beers), faz vários outros rótulos, e também terceiriza produções de cervejas como a DUM, Cia Morada Etílica, F#%&ing Beer, Tormenta e Madalosso. Sem dúvidas, esse é o maior diferencial dessa cervejaria. Coincidentemente o dia que visitamos a Gauden, era o dia do aniversário do Ronaldo Pinto Flor (um dos sócios), aproveitamos a comemoração e comemos um churrasquinho com eles. Eles têm muita cerveja que já levou prêmios nacionais e internacionais, um dos motivos pelos quais dizem que Curitiba é o “celeiro” nacional das cervejarias artesanais. TOP! Conseguimos acompanhar a produção da Cerveja Madalosso, que eles também produzem lá. Fizemos até um vídeo:

Dá pra ver a limpeza das garrafas, a esterilização, elas sendo lacradas e ganhando o rótulo. Experimentamos algumas cervejas e saímos de Santa Felicidade e direto para Pinhais. No caminho passamos por alguns parques, pegamos uma chuvinhas, passamos pelo Museu do Olho e paramos pra almoçar no restaurante Spring. O Ronaldo também é o presidente da Liga das Cervejas Extraordinárias. (de Curitiba)

Produção: 38.000 litros mês
Rótulos da casa: Gaudenbier, Pagan e The Beers, DUM, Cia Morada Etílica, F#%&ing, Tormenta e Madalosso
Cerveja premiada em 2016 no festival Brasileiro de Cervejas: Gauden Bier Pale Ale
(41) 3273-6666
Av. Manoel Ribas, 6995, Santa Felicidade

Way Beer

Quando chegamos na Way, não começamos muito bem. Fomos barrados na entrada da cervejaria. E foi só quando o Alejandro Winocur (sócio) chegou é que a gente conseguiu entrar. Lá na Way, pelo menos uma vez por mês acontece uma visita guiada, e o pessoal pode tomar chope direto do tanque. Em 2015, a Way foi eleita a melhor cervejaria do Brasil pelo site Rate Beer. E a Way American Pale Ale já ganhou o prêmio de melhor do país pela revista Maxim. Por lá tomamos alguns rótulos, ganhei um crowler pra levar comigo com cerveja tirada na hora (os crowlers são umas latinhas de 1 litro de cerveja, esse é maior diferencial deles).

Rótulos da casa: Sour Me Not – Graviola, Sour Me Not – Acerola, Sour Me Not – Morango, Eat Me, Die Fizzy Yellow, American Pale Ale, Premium Lager, Irish Red Ale, Double American Pale Ale, Amburana, Avelã Porter e Cream Porter
Cervejas premiadas em 2016 no Festival Brasileiro de Cervejas: Way Farmhouse Ale Gabiroba e Way Sour Barley Wine.
Rua Pérola, 331, Pinhais
(41) 3653-8853

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Próxima parada

Bastards

A Bastards fica bem pertinho da Way, é a mais nova cervejaria de Curitiba. A explicação para esse nome é que a cervejaria é a bastarda, se sentiu um pouco rejeitada no começo. Mas o bacana de lá é que cada cerveja feita tem uma história por trás. Eles têm a Jean Le Blanc, que ganhou o prêmio de melhor witbier no Festival Brasileiro da Cerveja de 2015. Um dos bastardos, o Chico, serviu pra gente essa Belgian Blond Ale tirada direto dos tanques. Ele contou que ganhou uma medalha de Ouro no festival de Blumenau de 2015 com a cerveja Jean Blanc. Pedi pra provar… ele disse que essa é só pagando. Ao fim da visita o Chico encheu meu camelbak Hop Paradise!

Rótulos da casa: Jean Le Blanc Witbier, Zé O Galego Premium Lager, Willie The Bitter American Pale Ale.
Rua Paranavaí, 1146, Pinhais
(41) 3557-2207

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Bier Hoff

Saindo da Bastards pegamos a linha verde até a Bier Hoff. Tivemos um pneu furado no caminho, como eu já estava meio bêbado, tive que pedir ajuda pro Cleverson.

A cervejaria Bier Hoff é a mais antiga de Curitiba e também é a que mais produz. Têm alguns rótulos premiados com medalha de ouro e bronze no South Beer Cup, ouro prata e também bronze no Festival Brasileiro de Cerveja, e não vendem para restaurante, só para mercados. Chegamos lá e o Sr. Jacir Cavalheiro já nos serviu com uma Haka direto da fonte, lúpulo Australiano, deliciosa!

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Rótulos da casa: Pilsner (Bohemian Pilsen), Premium (American Lager Filtrada), Original (American Lager Não Filtrada), Weizen (Hefeweizen), American Wheat (American Wheat), Apache (American Pale Ale), Nigra (Schwarzbier), Red Ale (Barley Wine), IPA (India Pale Ale), Witbier (Witbier), Cocada Preta (Porter), Jerimoon (Pumpkin Ale).
Cervejas premiadas em 2016 no Festival Brasileiro de Cervejas:  Bier Hoff Nigra, Bier Hoff 20 e Bier Hoff American Wheat
Rua William Booth, 2950, Boqueirão
(41) 3093-0303

Swamp

Da Bier Hoff pra cá só precisamos atravessar a rua. A Swamp é uma cervejaria nova também. Aqui a gente não experimentou cerveja, porque não tinha rs. Eles tinham vendido todo o estoque naquele dia, estavam com a produção esgotada. Ficamos na vontade. 🙁 Mas aos sábados a cervejaria fica aberta ao público e faz eventos com cervejarias convidadas.

Rótulos da casa: Swamp HopBite IPA
Rua William Booth, 3015
(41) 3402-9099

Bodebrown

Saindo de lá paramos pra comer um espetinho de gato no caminho pra manter as perna excitada.

A Bodebrown estava pronta para receber a gente! Demos sorte porque o dia de visita era o Growler Day da semana, que geralmente acontece aos sábados, mas como o Samuel sabia da nossa visita, antecipou. Tinha uma galera na calçada comprando cerveja, chegamos, pegamos uma também, depois fomos conhecer a cervejaria com o Samuel. Foi na Bodebrown que eu mais bebi, por ser o último ponto, acho que ficamos lá umas duas horas. Pra melhorar, tinha um food truck da Bizinelli.

A Bodebrown já trouxe pra casa o prêmio Trophy Gary Shepard, como a maior revelação no Australian International Beer Awards (Austrália).

Cerveja premiada em 2016 no Festival Brasileiro de Cervejas: Atomga Cherry 10%
Rótulos da casa: Cacau IPA, Tripel Montfort, Wee Heavy, Perigosa Imperial IPA, Bodebrown Hop Weiss, Saint Arnould 8, 4 Blés,  Saint Arnold 6, Bodebrown Cacau Wee, Blanche de Curitiba, Montfort Rye IPA, Black Rye IPA, Cerveja do amor, Double Perigosa Was, wee Heavy Was, Tripel Montfort Was, Curitiba Pale Ale, Summer Ipa Doppio Malte, Wee Heavy Caledonian.
Rua Carlos de Laet, 1015, Hauer
(41) 3082-6354

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Conclusões (finais) sóbrias

Eu acho o movimento cervejeiro incrível, um trabalho responsável, difícil, que exige muita dedicação.  É apaixonante principalmente pela criatividade que você tem ao desenvolver cada rótulo e pela relação que você cria com as pessoas que gostam da cerveja.

Quem trabalha com isso é original, autêntico, criativo. Cada cervejaria tem uma personalidade forte e você percebe isso pelo próprio rótulo de cada uma. Não digo que visitamos cervejarias, mas que visitamos laboratórios.

E acho muito legal o cliente poder visitar a fábrica, conhecer o universo daquela cerveja, a ideia da cerveja industrial e viver a diferença, entender o valor que tem a cerveja e o seu conceito, a história que cada uma traz. E por que não oficializar um roteiro assim? Uma van que leve os visitantes por um passeio por todas as cervejarias, com um aperitivinho, já pensou que maravilha?

Quilômetros rodados: 68
Volume de cerveja ingerido: aprox. 4 litros
Calorias gastas: 2.200 calorias
Resumo: Se beber, não pedale.

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COMENTÁRIOS
  • Não acredito que ele foi pedalando e bebendo cerveja ao mesmo tempo! Nossa 😱😱😱 eu sempre sonhei em fazer isso 😊😊😯😯

  • Não acredito que ele foi pedalando e bebendo cerveja ao mesmo tempo! Nossa 😱😱😱 eu sempre sonhei em fazer isso 😊😊😯😯