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Top 6 de comidas vintage dos anos 70

11 de maio de 2016

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Minhoca, colunista da Tutano, selecionou seus Top 6 de comidas vintage dos anos 70, do tempo do Paulo Mischur, do Buffet Ilha do Mehl, do Nibet Deucher, do Cle

Camarão à Marta Rocha

Reza a lenda que o prato foi desenvolvido pelo Paulo Mischur quando da inauguração do Palácio Iguaçu. Quem conta a história direitinho é o Fabiano Dalla Bona no seu livro “Fama à Mesa”.

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Haddock com molho bechamel do Clube Curitibano
Chiquerrerrérrimo. Este sobreviveu aos tempos e continua como special guest star em casamentos. Se você quiser andar uns quilômetros a mais, vai encontrar no Bar Lagoa, no Rio de Janeiro.

Ponche de festa de véia com frutas
Servido na poncheira de cristal, óbvio. Se tivesse cereja em calda, era de véia rica, se fosse pêssego em calda, classe média. Normalmente vinha acompanhado do indefectível pão recheado de patê de atum com maionese: outra estrela nos lanches em casas de famílias do Jardim Social ao Jardim Schaffer.

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Sopa de cebola gratina da do Baviera
Este clássico imutável viceja há 42 anos no mesmo endereço. Tenho cá pra mim que eles ainda usam uma muda da sopa primordial, tipo fermento, sabe? O que sei é que o pós-espetáculo de sábado do Teatro Guaíra não seria completo sem o afago no estômago dessa sopa borbulhante, muito possivelmente acompanhada de um vinho Liebfraumilch (esse mesmo, o da garrafa azul).

Strogonoff de mignon do Île de France
O “Ildefonso” resistiu olimpicamente aos anos e lá está, impávido, ao lado do Homem Nu. O prato que mais sai no restaurante e também para viagem ainda é o guerreiro strogonoff.

Biribinha de festa americana
Sim, aquela meia bola de isopor recoberta por papel-alumínio, mas meio melão também dava o truque.Todos os espaços preenchidos por miniespetinhos de pepino, vina e queijo prato (tipo lanche). No Gradiente, Cat Stevens ou alguma coletânea da Som Livre (estilo “Sua paz mundial Volume 7”. Nunca cheguei a ver os outros 6 volumes).

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Nesta listinha ficaram de fora o canudinho de maionese e o camarão abraçadinho, mas aí terá que ser em um texto dedicado à Divina da Orla (no caso, Caiobá). Por hoje é só, pessoal.

Elaine Minhoca de Lemos é produtora de eventos e cerimonialista, mas também é cozinheira e cronista diletante. Esse texto foi publicado originalmente no Vosso Blog de Comida – Gazeta do Povo.

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