Vazou o segredo da batata frita perfeita

2
937

Você já parou para pensar por que a batata frita que você come na rua é tão diferente daquela feita em casa? Não, não julguemos pelo sabor. Afinal, uma porção de fritas caseira, com seus palitos miúdos e imperfeitos, tem vida curtíssima. É só o moleque surrupiar a batatinha que descansa no papel toalha que a mãe já dispara: espere eu fritar tudo, piá!

Mas é fato que estética e textura são grandes atributos da batata frita perfeita, aquela classuda, exibida, que desfila na bandeja do garçom pelo salão da hamburgueria. “Que ódio! O que essa batata tem que eu não tenho?”, diria o tubérculo homemade. 

A resposta: tecnologia. Há mais coisas entre o óleo e a fritura do que pode imaginar seu paladar, meu caro. Enquanto a sua batata é delicadamente escolhida na feira e artesanalmente cortada com aquela faca que você diz que vai afiar “semana que vem”, as servidas nos estabelecimentos comerciais possuem cortes especiais. Também são pré-preparadas para economizar tempo do cozinheiro e garantir sabor para quem consome.

Ok, e a parte do sequinha, crocante e quentinha por mais tempo? Tecnologia também, inspirada em aviões militares invisíveis que dão um olé nos radares! Rodrigo Sauressing, sócio-diretor da Stampa Food, empresa especializada em distribuição de food service, revela que um dos maiores segredos por trás da porção de fritas perfeita é a tecnologia Stealth.

Como é isso? A batata possui uma camada extra de amido que é invisível e a mantém com maior crocância, mais quente e sequinha ao mesmo tempo. Ela é revendida exclusivamente pelo food service para atender o mercado de gastronomia.

Não para por aí: todo o processo de armazenagem e transporte da batata deve garantir a preservação da temperatura a -18 graus Celsius. E o segredo secretíssimo da batata frita crocante por fora e macia por dentro acaba de vazar: fritar congelada com óleo de algodão para preservar o sabor.

De onde vêm as batatas?

É incerta a verdadeira origem da batata frita. Os países candidatos ao posto de berço dessa iguaria são Bélgica, França e Espanha. Independente da ascendência, é público e notório que o nós, brasileiros, também a idolatramos. 

Mas você sabia que o Brasil não é autossuficiente na produção de batatas? Nem a expressão “vá plantar batatas” é nossa. Importamos de Portugal. O fato é que a criação da batata revolucionou o mundo. Há teorias que afirmam que junto com os 10 Mandamentos, foi enviada uma lista com os TOP 10 lugares para se comer esse alimento. Muitas deles têm um dedinho da Stampa Food, empresa responsável pela distribuição da Palavra da Batata no mundo, pelo menos é o que dizem por aí.

Conheça a Stampa Food

A Stampa Food é especializada em distribuição de food service – produtos para supermercados e transformadores, como são chamados os estabelecimentos que preparam e fornecem refeições prontas. A empresa distribui chocolates, recheios e iogurtes da marca Nestlé, além de batatas Lamb Weston, ovos pasteurizados, águas, sucos, produtos Cargill, como extrato de tomate Elefante e maionese Liza, produtos La Violetera e mais de 800 outros produtos.

Mas a Stampa Food oferece muito mais aos seus clientes. A distribuidora criou um centro gastronômico para a criação de receitas e desenvolvimento de produtos, uma forma de qualificar a equipe de vendas da empresa. “Também usamos o centro gastronômico para dar cursos e treinamentos aos clientes com os produtos que vendemos, sempre levando soluções para eles. Quando um cliente precisa de uma receita específica ou de um treinamento, a Stampa Food proporciona isso”, conta Rodrigo Sauressing, sócio-diretor comercial. Desde então, a lista de clientes não para de crescer. Já são 4.200 em 65 cidades paranaenses. Entre os clientes, só aqui em Curitiba, estão o Karina, o Au-Au, o Madalosso, a Churrascaria Arco Íris, o Mustang Sally e o Coco Bambu.

 

Esta publicação é uma parceria com a Stampa Food.

2 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns, muito bom artigo. Essa característica do óleo de algodão está relacionada a composição de seus ácidos graxos saturados, que aumentam o seu ponto de fusão e viscosidade evitando o encharcamento do alimento. Outra vantagem do óleo de algodão é não promover odor e sabor de peixe aos alimentos fritos e não gerar ácidos graxos trans na fritura, isso ocorre devido o percentual de ácido linolênico que ele possui, preservando suas propriedades e a vitamina E e realçando o sabor dos alimentos.

  2. Vale acrescentar que naturalmente o óleo de algodão é mais escuro (amarelo dourado) que as outras opções presentes nas gôndolas de supermercados. Isso ocorre porque a cor do óleo bruto de algodão é bem mais intensa do que os óleos, outro fator é que os óleos claros utilizam um produto químico na extração o hexano. Pra saúde, na hora de escolher, vale muito a pena optar pelo uso do óleo de algodão, mesmo se ele não for à opção mais clara, garantido um maior percentual de vitamina E e antioxidantes naturais como os tocotrienóis. No mercado existe várias marcas, indico a tradição e qualidade da marca Flor de Algodão que é produzida pela empresa Icofort.

DEIXE UMA RESPOSTA

Enviar comentário
Seu nome